É, é isso aí, o atual compromisso da Reitoria e da APLO
(Planejamento e Obras) com o GAC (Grupo Administrativo do Campus) de
Bauru colocam como ítens de 2010 a Moradia Estudantil e o Restaurante
Univeristário entre outros itens!!!
Mas vamos tentar explicar um pouco mais...
Nos
últimos meses, os estudantes organizados em torno das entidades
estudantis tiveram algumas reuniões com os diretores do campus sobre
diversos itens, como carteirinhas, moradia e r.u. (Para mais info clique aqui, aqui, aqui e aqui).
Na última reunião, tivemos a confirmação da Aplo e Reitoria que todo o compromisso (verba, projeto, liberação) estará disponível em 2010 e que grande parte dessas obras serão licitadas pelo campus, como por exemplo o Restaurante e um dos dois blocos da Moradia, portanto temos a primeira parte do cumprimento da palavra, agora é hora de iniciar uma nova luta, uma luta que fará com que tais compromissos sejam honrados!
Sabemos da morosidade da universidade pública e de diversas obras que nunca saem, já tivemos problemas com a licitação da moradia no ano anterior, não deixemos que isso aconteça! Temos que fortalecer a luta para reivindicar tais conquistas!!
Para finalizar essa mensagem, gostaria de parabenizar todos os estudantes que há 20 anos lutam por essas conquistas, conseguimos um grande passo, devido ao esforço de todos que já passaram por essa universidade e lutaram, por aqueles que perderam noites, aulas, provas, por aqueles que ocuparam o campus e durante alguns meses de 2003 moraram no campus, portanto, para aqueles que aqui continuam honrem essa luta e continuem na briga!!!
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Reunião com GAC, dia 07/12/2009
Presentes: Prof Deganutti, estudantes de psico, representantes do DACEL, CAPSI e CACOFF.
Essa reunião foi convocada pelo prof Deganutti para apresentar os resultados da reunião no dia 02 com o reitor.
Nos apresentou oficialmente o compromisso da Reitoria e APLO com obras para o GAC Bauru para os anos de 2010 a 2012, depois comentou informalmente as obras para cada unidade.
Nesse documento temos como compromissos para 2010:
Portanto as obras do RU e Moradia podem se tornar realidade já em 2010!
Mas, vamos por partes…
A moradia bloco 1 e readequação elétrica terão editais abertos pela reitoria e já podem ser realizados, os outros todos são compromissos para o GAC Bauru, portanto é de responsabilidade do campus administrar todo o processo licitário dessas obras. Tais compromissos serão recebidos pelo campus em 2010 e serão administrados pela seção de Compras do GAC.
O que isso significa, que uma batalha foi vencida, existe todo o chão pronto para as obras, agora a luta estudantil deve se pautar para a agilidade e transparência desses processos, não podemos deixar os papéis ficarem sobre as mesas precisamos lutar!
Sobre o que ainda não saiu, ainda não há resposta para o pedido de verba para reparo emergencial das calhas da Central de Salas I e II, o projeto da biblioteca também foi negado, o projeto enviado era de um prédio de 3 andares que custaria cerca de 8 milhões de reais, o reitor disse que não há a possibilidade disso e que deveria refazer o projeto e baixar o custo, agora está sendo analisada a possibilidade de 2 centrais de bibliotecas térreas.
Essa reunião foi convocada pelo prof Deganutti para apresentar os resultados da reunião no dia 02 com o reitor.
Nos apresentou oficialmente o compromisso da Reitoria e APLO com obras para o GAC Bauru para os anos de 2010 a 2012, depois comentou informalmente as obras para cada unidade.
Nesse documento temos como compromissos para 2010:
- Moradia Estudantil Bloco 1 – MECSESU (programa da verba)
- Moradia Estudantil Bloco 2 – Permanência Estudantil
- Restaurante Universitário – Permanência Estudantil
- Readequação da rede elétrica – MECSESU
- Quadra poliesportiva – Infraestrutura
- Asfalto etapas 2 e 3. - Infraestrutura
- Construção da Central de Salas de Aula Bloco III – Novas edificações
Portanto as obras do RU e Moradia podem se tornar realidade já em 2010!
Mas, vamos por partes…
A moradia bloco 1 e readequação elétrica terão editais abertos pela reitoria e já podem ser realizados, os outros todos são compromissos para o GAC Bauru, portanto é de responsabilidade do campus administrar todo o processo licitário dessas obras. Tais compromissos serão recebidos pelo campus em 2010 e serão administrados pela seção de Compras do GAC.
O que isso significa, que uma batalha foi vencida, existe todo o chão pronto para as obras, agora a luta estudantil deve se pautar para a agilidade e transparência desses processos, não podemos deixar os papéis ficarem sobre as mesas precisamos lutar!
Sobre o que ainda não saiu, ainda não há resposta para o pedido de verba para reparo emergencial das calhas da Central de Salas I e II, o projeto da biblioteca também foi negado, o projeto enviado era de um prédio de 3 andares que custaria cerca de 8 milhões de reais, o reitor disse que não há a possibilidade disso e que deveria refazer o projeto e baixar o custo, agora está sendo analisada a possibilidade de 2 centrais de bibliotecas térreas.
Reunião com GAC, dia 27/11/2009
Reunião com os diretores da Faac, Fc e Feb e alguns alunos e representantes do Dacel e Capsi.
Essa reunião foi convocada pelos estudantes, por meio deste documento (clique aqui), e teve com pauta a construção do R.U., Moradia e Carteirinhas do Banco Real.
A reunião foi conduzida pelo professor Deganuti que foi apresentando uma conversa na semana anterior em que os três diretores tiveram com o reitor, nessa reunião os GAC levou a proposta de obras de todo o campus, abaixo as listo e já com a resposta do reitor:
1 . Ampliação da Rede Elétrica. Para continuar a expansão física do campus é necessário uma ampliação da rede, que já está sobrecarregada. Disseram que o reitor com uma verba MEC/SESU irá fazer essa adequação já em Janeiro.
2. Asfalto. São 3 etapas que totalizam R$600.000,00, uma já foi feita, faltam duas. A reitoria e APLO (Planejamento e Obras) irão analisar.
3. Moradia. Já aprovada, mas tem trâmites específicos, são dois blocos, um de verba da reitoria e outro de verba MEC/SESU, portanto são dois editais e duas obras, a papelada do MEC em Brasília já foi resolvida e está pronta para ser licitada, a parte da reitoria ainda precisa ser analisada.
O GAC conversou com o prefeito Rodrigo para ceder um espaço para a moradia, atualmente o local destinado é em frente à ASSUNEB e Praça de Esportes, lá depois das rotatórias, mas o GAC pediu o espaço entre o campus e o SAMU para construção da moradia, o prefeito pareceu interessado, pois dessa forma seria preservado a área de cerrado que seria desmatada, e a moradia ficaria num local muito mais acessível, mas precisa passar pela aprovação da Câmara dos vereadores.
4. Restaurante Universitário. O planta baixa do restaurante estava aberta sobre a mesa, é um prédio grande, com uma área de refeitório de 430m2, com capacidade pra 408 pessoas sentadas, com a capacidade de 2 mil refeições por dia.
O funcionamento do restaurante (terceirizado, público ou outros, é de autonomia do campus e vai ser discutido quando a obra já estiver ocorrendo), mas a previsão da refeição é em torno de R$2,75.
A realidade da construção ainda não sabemos.
5. Guilhermão. Existe um projeto para reforma do Guilhermão, o projeto está OK e enviado à APLO.
6. Central de Salas de Aula. Como já denunciado pelo Capsi em novembro de 2009 (www.fc.unesp.br/capsi/chuva/) , a Central de Salas tem problemas com as calhas, e esse ano sofreu novamente com as chuvas tendo grandes infiltrações nas salas e anfiteatro, foi feito o pedido de uma verba emergencial para reforma de todo o conjunto.
O diretores disseram que tudo isso fora apresentado para o reitor e ele daria uma resposta à tudo em reunião no dia 02 de dezembro de 2009.
Contaram outros detalhes da reunião, como por exemplo, que todos os pedidos de obras das 33 unidades da Unesp para os próximos 03 anos somam 330 milhões de reais, já o reitor disse que não há a possibilidade de cumprir tudo isso, liberando 120 milhões, em torno de 40 mi por ano.
De maneira resumida isso foi o que nos apresentaram no dia 27/11 e que as palavras finais seriam tomadas no dia 02 com o reitor e posteriormente referendadas no C.O. (Conselho Universitário – órgão máximo de decisões da Unesp) no dia 10/12.
Sobre as carteirinhas do Banco Real, o prof Deganutti disse que a congregação da FAAC as rejeitou e que as da FC e FEB não votaram por não existir uma proposta formal do banco, portanto nos preparemos porque, uma nova proposta ainda virá.
Essa reunião foi convocada pelos estudantes, por meio deste documento (clique aqui), e teve com pauta a construção do R.U., Moradia e Carteirinhas do Banco Real.
A reunião foi conduzida pelo professor Deganuti que foi apresentando uma conversa na semana anterior em que os três diretores tiveram com o reitor, nessa reunião os GAC levou a proposta de obras de todo o campus, abaixo as listo e já com a resposta do reitor:
1 . Ampliação da Rede Elétrica. Para continuar a expansão física do campus é necessário uma ampliação da rede, que já está sobrecarregada. Disseram que o reitor com uma verba MEC/SESU irá fazer essa adequação já em Janeiro.
2. Asfalto. São 3 etapas que totalizam R$600.000,00, uma já foi feita, faltam duas. A reitoria e APLO (Planejamento e Obras) irão analisar.
3. Moradia. Já aprovada, mas tem trâmites específicos, são dois blocos, um de verba da reitoria e outro de verba MEC/SESU, portanto são dois editais e duas obras, a papelada do MEC em Brasília já foi resolvida e está pronta para ser licitada, a parte da reitoria ainda precisa ser analisada.
O GAC conversou com o prefeito Rodrigo para ceder um espaço para a moradia, atualmente o local destinado é em frente à ASSUNEB e Praça de Esportes, lá depois das rotatórias, mas o GAC pediu o espaço entre o campus e o SAMU para construção da moradia, o prefeito pareceu interessado, pois dessa forma seria preservado a área de cerrado que seria desmatada, e a moradia ficaria num local muito mais acessível, mas precisa passar pela aprovação da Câmara dos vereadores.
4. Restaurante Universitário. O planta baixa do restaurante estava aberta sobre a mesa, é um prédio grande, com uma área de refeitório de 430m2, com capacidade pra 408 pessoas sentadas, com a capacidade de 2 mil refeições por dia.
O funcionamento do restaurante (terceirizado, público ou outros, é de autonomia do campus e vai ser discutido quando a obra já estiver ocorrendo), mas a previsão da refeição é em torno de R$2,75.
A realidade da construção ainda não sabemos.
5. Guilhermão. Existe um projeto para reforma do Guilhermão, o projeto está OK e enviado à APLO.
6. Central de Salas de Aula. Como já denunciado pelo Capsi em novembro de 2009 (www.fc.unesp.br/capsi/chuva/) , a Central de Salas tem problemas com as calhas, e esse ano sofreu novamente com as chuvas tendo grandes infiltrações nas salas e anfiteatro, foi feito o pedido de uma verba emergencial para reforma de todo o conjunto.
O diretores disseram que tudo isso fora apresentado para o reitor e ele daria uma resposta à tudo em reunião no dia 02 de dezembro de 2009.
Contaram outros detalhes da reunião, como por exemplo, que todos os pedidos de obras das 33 unidades da Unesp para os próximos 03 anos somam 330 milhões de reais, já o reitor disse que não há a possibilidade de cumprir tudo isso, liberando 120 milhões, em torno de 40 mi por ano.
De maneira resumida isso foi o que nos apresentaram no dia 27/11 e que as palavras finais seriam tomadas no dia 02 com o reitor e posteriormente referendadas no C.O. (Conselho Universitário – órgão máximo de decisões da Unesp) no dia 10/12.
Sobre as carteirinhas do Banco Real, o prof Deganutti disse que a congregação da FAAC as rejeitou e que as da FC e FEB não votaram por não existir uma proposta formal do banco, portanto nos preparemos porque, uma nova proposta ainda virá.
Estudantes da Unesp boicotam Enade
09/11/2009 - Jornal da Cidade
Aplicado ontem, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) novamente foi alvo de protesto em Bauru
Karla Beraldo
Cerca de 150 estudantes da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru participaram de uma manifestação contra a aplicação das provas do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), realizada ontem entre 13h e 17h. Os universitários dividiram-se entre as escolas Luiz Zuiani e Joaquim Madureira - locais onde foram aplicados os exames para os cursos de comunicação social e psicologia, respectivamente. Com faixas e rostos pintados, o protesto foi seguido de boicote à avaliação.
“Somos contra o modelo de avaliação, totalmente falha. Faculdades particulares, por exemplo, abrem cursinho para o Enade, dão prêmios para os alunos que tirarem melhores notas. Virou uma coisa mercadológica. O ensino tem que ser avaliado sim, mas de modo que respeite cada cultura. Não tem como, por exemplo, o primeiro e o quarto ano fazerem a mesma prova”, considera Mariah Venturi Navarro Lima, estudante de relações públicas e integrante da comissão organizadora da manifestação.
“Queremos deixar claro que não viemos fazer só barulho. Entregamos folhetos explicativos sobre a prova, por qual razão somos contra e estamos estudando um projeto que visa propor um novo modelo de avaliação”, completa a estudante. De acordo com Cibele Gogliano, chefe do local de prova do Luiz Zuiani, a manifestação não tumultuou a realização do exame. “Muitos entraram, assinaram a lista de presença e entregaram a prova em branco. O protesto foi respeitoso e não interferiu no andamento da avaliação”, afirma. Ainda não se sabe quantos estudantes boicotaram a prova, que tem entre seus objetivos a avaliação do desempenho dos estudantes com relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos de graduação.
Participaram do Enade 2009 estudantes do final do primeiro ano e do último ano dos cursos de administração, arquivologia, biblioteconomia, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, estatística, música, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, teatro e turismo. Foram avaliados ainda, pela primeira vez, os cursos superiores de tecnologia em design de moda, gastronomia, gestão de recursos humanos, gestão de turismo, gestão financeira, marketing e processos gerenciais.
Além da Unesp, foram avaliadas a Universidade do Sagrado Coração (USC), Instituto Toledo de Ensino (ITE), Faculdades Integradas de Bauru (FIB), Anhanguera, Nove de Julho (Unimar) e Instituto de Ensino Superior de Bauru (Iesb).
Aplicado ontem, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) novamente foi alvo de protesto em Bauru
Karla Beraldo
Cerca de 150 estudantes da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru participaram de uma manifestação contra a aplicação das provas do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), realizada ontem entre 13h e 17h. Os universitários dividiram-se entre as escolas Luiz Zuiani e Joaquim Madureira - locais onde foram aplicados os exames para os cursos de comunicação social e psicologia, respectivamente. Com faixas e rostos pintados, o protesto foi seguido de boicote à avaliação.
“Somos contra o modelo de avaliação, totalmente falha. Faculdades particulares, por exemplo, abrem cursinho para o Enade, dão prêmios para os alunos que tirarem melhores notas. Virou uma coisa mercadológica. O ensino tem que ser avaliado sim, mas de modo que respeite cada cultura. Não tem como, por exemplo, o primeiro e o quarto ano fazerem a mesma prova”, considera Mariah Venturi Navarro Lima, estudante de relações públicas e integrante da comissão organizadora da manifestação.
“Queremos deixar claro que não viemos fazer só barulho. Entregamos folhetos explicativos sobre a prova, por qual razão somos contra e estamos estudando um projeto que visa propor um novo modelo de avaliação”, completa a estudante. De acordo com Cibele Gogliano, chefe do local de prova do Luiz Zuiani, a manifestação não tumultuou a realização do exame. “Muitos entraram, assinaram a lista de presença e entregaram a prova em branco. O protesto foi respeitoso e não interferiu no andamento da avaliação”, afirma. Ainda não se sabe quantos estudantes boicotaram a prova, que tem entre seus objetivos a avaliação do desempenho dos estudantes com relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos de graduação.
Participaram do Enade 2009 estudantes do final do primeiro ano e do último ano dos cursos de administração, arquivologia, biblioteconomia, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, estatística, música, psicologia, relações internacionais, secretariado executivo, teatro e turismo. Foram avaliados ainda, pela primeira vez, os cursos superiores de tecnologia em design de moda, gastronomia, gestão de recursos humanos, gestão de turismo, gestão financeira, marketing e processos gerenciais.
Além da Unesp, foram avaliadas a Universidade do Sagrado Coração (USC), Instituto Toledo de Ensino (ITE), Faculdades Integradas de Bauru (FIB), Anhanguera, Nove de Julho (Unimar) e Instituto de Ensino Superior de Bauru (Iesb).
Ó a faixa do Capsi ae!
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O Reitor nos traiu mais uma vez...
Post originalmente publicado em: Blog Chapa Pedra no Sapato
Boa noite, unespianos.
O que venho relatar a seguir é da mais extrema importância. Aviso desde já que não vou me limitar no simples relato dos fatos, colocarei também a minha impressão diante dos mesmos.
Hoje, dia 30 de outubro, houve uma reunião com o GAC(Grupo Administrativo do Campus) às 14hs na sala de reuniões da Biblioteca. A reunião teve como pauta o esclarecimento da proposta do Banco Real em financiar uma carteirinha de identidade funcional para uso de alunos, funcionários e docentes.
Nessa reunião estavam presentes funcionários do campus, diretores do Sindicato dos Trabalhadores da Unesp(Sintunesp), representantes do Sindicato dos Docentes(Adunesp)e representantes dos alunos(Dacel, Dafae e Cacoff).
Inicialmente o professor Deganutti falou quais eram os campi da Unesp que já tinham aderido ao sistema de carteirinhas. Todos os campi que aderiram, pelo que eu entendi, foram feitos da mesma maneira, com o financiamento do Banco Real. Fica evidente que essa é uma política da Reitoria e não de cada unidade em particular.
A carteirinha a princípio não teria quase finalidade nenhuma, a não ser identificar os que a tivessem enquanto aluno, funcionário ou professor. A vantagem que essa carteirinha teria para os alunos, segundo os diretores do campus, é que a mesma teria a data de validade, diferentemente do que acontece com a da biblioteca que não é aceita em cinemas, teatros etc.
Questionados sobre que funções mais essa carteirinha poderia VIR A TER futuramente, os diretores do campus disseram que ela pode ser usada para controle de presença em sala de aula, controle de acesso ao campus etc. Os diretores repetiram diversas vezes que sempre que algum tipo de função nova for atribuida à carteirinha, que a comunidade acadêmica seria consultada e decidiria se aprova a vinculação de determinada função ou não. Isso é o que eles dizem...
O gerente do Banco Real foi convidado a participar da reunião e fazer possíveis esclarecimentos. Ele reiterou que a única contrapartida que o Banco pede para realizar essa confecção das carteirinhas, é que não haja intermédio da faculdade. Ou seja, a coisa funcionaria da seguinte maneira: você vai até a agência do Banco Real da faculdade, fornece seu nome, RA e curso, eles batem a foto e a carteirinha fica pronta na hora. Não é a faculdade que vai te entregar a carteirinha, é o pessoal do Banco. O próprio gerente disse que na hora em que isso for feito, que haverá uma equipe para oferecer os serviços do Banco pra você, mas é claro, você não é obrigado a aceitar.
Bom, isso tudo é no mínimo estranho. Me permito já fazer alguns apontamentos:
Primeiro. Como se demonstra ser uma política da reitoria para todas as unidades, ficam obscuras quais são as reais contrapartidas exigidas pelo Banco para realizar esse tipo de serviço. Nenhuma empresa se propõe a gastar com alguma coisa sem que tenha retorno financeiro posterior.
Segundo. O banco pode ter acesso aos meus dados pessoais? Quais as garantias de que isso não será feito? Será que não seremos bombardeados com propagandas depois?Questionados em relação a isso, disseram que não enviarão e-mails, assim como não telefonarão em outras ocasiões para oferecer seus serviços.
Terceiro. Os alunos colocaram um outro motivo pelo qual a carteirinha é inviável. Como alguns Centros Acadêmicos têm usado a confecção de carteirinhas para arrecadação de dinheiro, que é por sua vez empregado na realização de eventos, semanas, congressos, com essa nova carteirinha funcionando para a obtenção de meia-entrada, as que são feitas pelos Centros Acadêmicos ficariam desinteressantes aos alunos, e dessa forma os CAs perderiam uma fonte de renda, inviabilizando a realização de atividades. Quando colocamos essa problemática, os diretores pouca importância deram.
Os funcionários também colocaram que não concordam com o fato dessa carteirinha ter de ser confecionada por uma empresa privada, sendo que estamos dentro de uma universidade pública. Questionaram também os possíveis empregos que a carteirinha possa vir a ter, como por exemplo um controle rígido demais sobre os funcionários.
O que ficou decidido é que cada segmento iria retornar para suas bases e discutir com as mesmas se essa aprova ou não a proposta feita pelo Banco. Temos até o dia 16 de novembro para nos posicionarmos em relação a isso.
Vale lembrar que o diretor da FEB, Jair Manfrinato, colocou em cheque a representatividade que uma assembléia de alunos possa ter. Ele ressaltou que o campus possui cerca de 6000 alunos só na graduação e que uma "meia-duzia" não poderia decidir pela maioria. Chegou a sugerir que se fizesse uma pesquisa por e-mail com os alunos que votariam se querem ou não a carteirinha financiada pelo Banco.
Assim a reunião se deu por encerrada.
O mais grave vem agora...
Terminada a reunião, o professor Deganutti pediu para que os funcionários se retirassem e que os alunos permanecessem.
Ele disse que tinha um assunto delicado, mas que tinha que ser tratado.
Enfim, vamos aos fatos.
Resumindo toda a enrolação, Deganutti disse que a reitoria colocou o seguinte: Ou vai sair o R.U ou a Moradia para o ano que vem. As duas obras não vão ser tocadas juntas.
Deganutti colocou que a moradia, apesar de já estar com a tão sonhada e esperada licença ambiental nas mãos, vai ser mais complicada de "sair do papel". Como a verba para a construção da moradia é mista, metade do MEC e metade da reitoria da Unesp, que a construção da moradia também será feita por metades. Vão dividir a obra ao meio. Metade do dinheiro(reitoria) vai construir um bloco de apartamentos(32 vagas) e a outra metade do dinheiro(MEC) vai construir o outro bloco(32 vagas). Mas não podem ser tocados ao mesmo tempo! Por que exatamente? Não sei. Parece que são dois editais que tem de ser abertos.
Então, de forma muito sugestiva, os diretores disseram que como o projeto do RU já está pronto, que se os alunos concordassem, a prioridade das construções seria (NOVAMENTE) invertida. Ou seja, passariam a construção do R.U. para frente e a Moradia iria para segundo lugar. Argumentaram que a gente pensasse, e já induziu a maneira como gostaria que nós pensassemos, ao dizer que "a moradia iria beneficiar 64 pessoas, o RU por outro lado beneficiaria milhares". O que o professor Deganutti fez questão de deixar claro é que se os alunos tomarem essa decisão de inversão de prioridades da construção, que isso não é certeza que vai ocorrer. Que ele em futura reunião com o Reitor vai propor essa inversão, e que cabe a ele ver se há possibilidade ou não.
Mas cá entre nós: isso já é certo. Eles já devem ter se conversado; e se os alunos decidirem inverter as prioridades, isso acaba acontecendo.
Resumo da ópera: nos deram até dia 11 de novembro para enviarmos uma resposta se aceitamos ou não a inversão de prioridade. Entretanto, temos até a próxima sexta-feira como dias úteis para realizarmos um assembléia com os alunos.
Agora, vamos à realidade.
Se todos que estão lendo não lembram, eu vou retomar alguns acontecimentos históricos do campus de Bauru.
Se não estou muito enganado em relação ao tempo, mas em 2009 se completam 15 anos de luta pela moradia na Unesp Bauru. A demanda da moradia é muito mais antiga que a do Restaurante Universitário.
Em 2003 houve um movimento que se chamava "Quero uma casa no campus", que ficou durante três meses com alunos "morando" no campus como forma de pressionar a construção da moradia.
Acontece que esse ano, após ato no campus em que reivindicávamos moradia, RU, permanência estudantil, entre outras, nos reunimos com o Reitor em São Paulo.
Quando tocamos no assunto "moradia", ele nos disse "isso não é mais assunto meu, já está certo. Só falta a licença ambiental. Vamos falar do RU". Ou seja, só faltava a licença ambiental para se iniciar o processo. Agora a licença ambiental saiu!!! E estamos mais uma vez sendo enganados!!!!
Voltando para a reunião com o reitor em São Paulo. Ele se comprometeu a colocar o RU de Bauru no Orçamento de 2010 se os diretores da FAAC, FEB e FC comprassem um projeto de Restaurante Universitário até o fechamento do orçamento de 2010. Isso aconteceu! O projeto foi comprado pelos diretores das faculdades de Bauru. Mas agora o que o Reitor nos fala? Escolham. Ou sai R.U. ou sai Moradia.
O compromisso assumido no primeiro semestre com os alunos foi quebrado. Temos gravado em vídeo o Reitor falando disso tudo!
E agora? o que nos resta fazer? Aceitar essa quebra de compromisso? Fazer o que eles querem? Que aceitemos uma coisa ou outra quando as duas eram praticamente dadas como certas? Mais uma vez vamos ser passados pra trás? Ou devemos reivindicar que o compromisso firmado seja cumprido?
Adendos:
1 - Se decidirmos por fazer essa escolha, seja ela moradia ou RU, temos um agravante. A construção que não sair o ano que vem, só sairá em 2014. E se sair...
2 - Os diretores mais uma vez colocaram a nossa representatividade em Assembléia em cheque. Sugeriram uma consulta por internet com os alunos para saber qual a "preferência" deles.
Universidade pública e políticas de permanência estudantil não podem ser encaradas como IBOPE. Ficar respondendo perguntinha pela internet sem refletir é o que a burocracia acadêmica quer mesmo.
Chegaram a sugerir também que ficássemos de plantão na cantina da faculdade perguntando a opinião dos alunos a respeito disso. Cheguei a ouvir isso: "Põe uma placa lá escrito Diretório Acadêmico e fica recebendo o voto dos alunos". Francamente...
De qualquer maneira, nós representantes dos diretórios presentes, decidimos realizar assembléia estudantil por faculdade durante essa semana. Uma data proposta foi a quinta-feira, já que poderíamos fazer divulgação na terça e quarta.
Acredito e quero muito que o marasmo que o Movimento Estudantil vinha sofrendo nesse segundo semestre tenha chegado ao fim.
Estudantes, precisamos refletir e nos posicionar diante dos fatos atuais.
Diego A. Santos
Dacel - Diretório Acadêmico César Lattes
Boa noite, unespianos.
O que venho relatar a seguir é da mais extrema importância. Aviso desde já que não vou me limitar no simples relato dos fatos, colocarei também a minha impressão diante dos mesmos.
Hoje, dia 30 de outubro, houve uma reunião com o GAC(Grupo Administrativo do Campus) às 14hs na sala de reuniões da Biblioteca. A reunião teve como pauta o esclarecimento da proposta do Banco Real em financiar uma carteirinha de identidade funcional para uso de alunos, funcionários e docentes.
Nessa reunião estavam presentes funcionários do campus, diretores do Sindicato dos Trabalhadores da Unesp(Sintunesp), representantes do Sindicato dos Docentes(Adunesp)e representantes dos alunos(Dacel, Dafae e Cacoff).
Inicialmente o professor Deganutti falou quais eram os campi da Unesp que já tinham aderido ao sistema de carteirinhas. Todos os campi que aderiram, pelo que eu entendi, foram feitos da mesma maneira, com o financiamento do Banco Real. Fica evidente que essa é uma política da Reitoria e não de cada unidade em particular.
A carteirinha a princípio não teria quase finalidade nenhuma, a não ser identificar os que a tivessem enquanto aluno, funcionário ou professor. A vantagem que essa carteirinha teria para os alunos, segundo os diretores do campus, é que a mesma teria a data de validade, diferentemente do que acontece com a da biblioteca que não é aceita em cinemas, teatros etc.
Questionados sobre que funções mais essa carteirinha poderia VIR A TER futuramente, os diretores do campus disseram que ela pode ser usada para controle de presença em sala de aula, controle de acesso ao campus etc. Os diretores repetiram diversas vezes que sempre que algum tipo de função nova for atribuida à carteirinha, que a comunidade acadêmica seria consultada e decidiria se aprova a vinculação de determinada função ou não. Isso é o que eles dizem...
O gerente do Banco Real foi convidado a participar da reunião e fazer possíveis esclarecimentos. Ele reiterou que a única contrapartida que o Banco pede para realizar essa confecção das carteirinhas, é que não haja intermédio da faculdade. Ou seja, a coisa funcionaria da seguinte maneira: você vai até a agência do Banco Real da faculdade, fornece seu nome, RA e curso, eles batem a foto e a carteirinha fica pronta na hora. Não é a faculdade que vai te entregar a carteirinha, é o pessoal do Banco. O próprio gerente disse que na hora em que isso for feito, que haverá uma equipe para oferecer os serviços do Banco pra você, mas é claro, você não é obrigado a aceitar.
Bom, isso tudo é no mínimo estranho. Me permito já fazer alguns apontamentos:
Primeiro. Como se demonstra ser uma política da reitoria para todas as unidades, ficam obscuras quais são as reais contrapartidas exigidas pelo Banco para realizar esse tipo de serviço. Nenhuma empresa se propõe a gastar com alguma coisa sem que tenha retorno financeiro posterior.
Segundo. O banco pode ter acesso aos meus dados pessoais? Quais as garantias de que isso não será feito? Será que não seremos bombardeados com propagandas depois?Questionados em relação a isso, disseram que não enviarão e-mails, assim como não telefonarão em outras ocasiões para oferecer seus serviços.
Terceiro. Os alunos colocaram um outro motivo pelo qual a carteirinha é inviável. Como alguns Centros Acadêmicos têm usado a confecção de carteirinhas para arrecadação de dinheiro, que é por sua vez empregado na realização de eventos, semanas, congressos, com essa nova carteirinha funcionando para a obtenção de meia-entrada, as que são feitas pelos Centros Acadêmicos ficariam desinteressantes aos alunos, e dessa forma os CAs perderiam uma fonte de renda, inviabilizando a realização de atividades. Quando colocamos essa problemática, os diretores pouca importância deram.
Os funcionários também colocaram que não concordam com o fato dessa carteirinha ter de ser confecionada por uma empresa privada, sendo que estamos dentro de uma universidade pública. Questionaram também os possíveis empregos que a carteirinha possa vir a ter, como por exemplo um controle rígido demais sobre os funcionários.
O que ficou decidido é que cada segmento iria retornar para suas bases e discutir com as mesmas se essa aprova ou não a proposta feita pelo Banco. Temos até o dia 16 de novembro para nos posicionarmos em relação a isso.
Vale lembrar que o diretor da FEB, Jair Manfrinato, colocou em cheque a representatividade que uma assembléia de alunos possa ter. Ele ressaltou que o campus possui cerca de 6000 alunos só na graduação e que uma "meia-duzia" não poderia decidir pela maioria. Chegou a sugerir que se fizesse uma pesquisa por e-mail com os alunos que votariam se querem ou não a carteirinha financiada pelo Banco.
Assim a reunião se deu por encerrada.
O mais grave vem agora...
Terminada a reunião, o professor Deganutti pediu para que os funcionários se retirassem e que os alunos permanecessem.
Ele disse que tinha um assunto delicado, mas que tinha que ser tratado.
Enfim, vamos aos fatos.
Resumindo toda a enrolação, Deganutti disse que a reitoria colocou o seguinte: Ou vai sair o R.U ou a Moradia para o ano que vem. As duas obras não vão ser tocadas juntas.
Deganutti colocou que a moradia, apesar de já estar com a tão sonhada e esperada licença ambiental nas mãos, vai ser mais complicada de "sair do papel". Como a verba para a construção da moradia é mista, metade do MEC e metade da reitoria da Unesp, que a construção da moradia também será feita por metades. Vão dividir a obra ao meio. Metade do dinheiro(reitoria) vai construir um bloco de apartamentos(32 vagas) e a outra metade do dinheiro(MEC) vai construir o outro bloco(32 vagas). Mas não podem ser tocados ao mesmo tempo! Por que exatamente? Não sei. Parece que são dois editais que tem de ser abertos.
Então, de forma muito sugestiva, os diretores disseram que como o projeto do RU já está pronto, que se os alunos concordassem, a prioridade das construções seria (NOVAMENTE) invertida. Ou seja, passariam a construção do R.U. para frente e a Moradia iria para segundo lugar. Argumentaram que a gente pensasse, e já induziu a maneira como gostaria que nós pensassemos, ao dizer que "a moradia iria beneficiar 64 pessoas, o RU por outro lado beneficiaria milhares". O que o professor Deganutti fez questão de deixar claro é que se os alunos tomarem essa decisão de inversão de prioridades da construção, que isso não é certeza que vai ocorrer. Que ele em futura reunião com o Reitor vai propor essa inversão, e que cabe a ele ver se há possibilidade ou não.
Mas cá entre nós: isso já é certo. Eles já devem ter se conversado; e se os alunos decidirem inverter as prioridades, isso acaba acontecendo.
Resumo da ópera: nos deram até dia 11 de novembro para enviarmos uma resposta se aceitamos ou não a inversão de prioridade. Entretanto, temos até a próxima sexta-feira como dias úteis para realizarmos um assembléia com os alunos.
Agora, vamos à realidade.
Se todos que estão lendo não lembram, eu vou retomar alguns acontecimentos históricos do campus de Bauru.
Se não estou muito enganado em relação ao tempo, mas em 2009 se completam 15 anos de luta pela moradia na Unesp Bauru. A demanda da moradia é muito mais antiga que a do Restaurante Universitário.
Em 2003 houve um movimento que se chamava "Quero uma casa no campus", que ficou durante três meses com alunos "morando" no campus como forma de pressionar a construção da moradia.
Acontece que esse ano, após ato no campus em que reivindicávamos moradia, RU, permanência estudantil, entre outras, nos reunimos com o Reitor em São Paulo.
Quando tocamos no assunto "moradia", ele nos disse "isso não é mais assunto meu, já está certo. Só falta a licença ambiental. Vamos falar do RU". Ou seja, só faltava a licença ambiental para se iniciar o processo. Agora a licença ambiental saiu!!! E estamos mais uma vez sendo enganados!!!!
Voltando para a reunião com o reitor em São Paulo. Ele se comprometeu a colocar o RU de Bauru no Orçamento de 2010 se os diretores da FAAC, FEB e FC comprassem um projeto de Restaurante Universitário até o fechamento do orçamento de 2010. Isso aconteceu! O projeto foi comprado pelos diretores das faculdades de Bauru. Mas agora o que o Reitor nos fala? Escolham. Ou sai R.U. ou sai Moradia.
O compromisso assumido no primeiro semestre com os alunos foi quebrado. Temos gravado em vídeo o Reitor falando disso tudo!
E agora? o que nos resta fazer? Aceitar essa quebra de compromisso? Fazer o que eles querem? Que aceitemos uma coisa ou outra quando as duas eram praticamente dadas como certas? Mais uma vez vamos ser passados pra trás? Ou devemos reivindicar que o compromisso firmado seja cumprido?
Adendos:
1 - Se decidirmos por fazer essa escolha, seja ela moradia ou RU, temos um agravante. A construção que não sair o ano que vem, só sairá em 2014. E se sair...
2 - Os diretores mais uma vez colocaram a nossa representatividade em Assembléia em cheque. Sugeriram uma consulta por internet com os alunos para saber qual a "preferência" deles.
Universidade pública e políticas de permanência estudantil não podem ser encaradas como IBOPE. Ficar respondendo perguntinha pela internet sem refletir é o que a burocracia acadêmica quer mesmo.
Chegaram a sugerir também que ficássemos de plantão na cantina da faculdade perguntando a opinião dos alunos a respeito disso. Cheguei a ouvir isso: "Põe uma placa lá escrito Diretório Acadêmico e fica recebendo o voto dos alunos". Francamente...
De qualquer maneira, nós representantes dos diretórios presentes, decidimos realizar assembléia estudantil por faculdade durante essa semana. Uma data proposta foi a quinta-feira, já que poderíamos fazer divulgação na terça e quarta.
Acredito e quero muito que o marasmo que o Movimento Estudantil vinha sofrendo nesse segundo semestre tenha chegado ao fim.
Estudantes, precisamos refletir e nos posicionar diante dos fatos atuais.
Diego A. Santos
Dacel - Diretório Acadêmico César Lattes
Nota pública do COREP sobre o Boicote!!
Nota pública
Boicotamos o ENADE
Viemos nessa nota declarar à opinião pública que o resultado apresentado por essas Universidades não foi uma nota refente aos nossos erros e acertos na prova, mas sim devido a um posicionamento político.
Isto é, não realizamos o ENADE porque não concordamos com essa avaliação e não a legitimaremos, pois
realizá-la significaria negligenciar nossa formação, coadunar com um projeto de educação que não é o nosso.
Dessa forma, entendemos o ENADE como parte de um projeto global para a educação. É uma forma de aplicar as políticas neoliberais dentro dessa área social, colocando como centro a mercantilização do ensino e o ranqueamento dos centros educacionais. Está dentro da Reforma Universitária, a qual consiste em um conjunto de leis que aplicam este projeto neoliberal, que prioriza o ensino privado, permite a entrada da iniciativa privada nas universidades públicas, precariza o ensino, com projetos como o ensino a distância e/ou o aumento da relação aluno/professor, entre outros, todos formas de desresponsabilizar o Estado e na prática, retirar o direito constitucional do acesso à educação pública de qualidade.
O ENADE é uma prova obrigatória a todos os alunos que cursem o primeiro e último ano. Estes estudantes não podem deixar de comparecer à prova, caso contrário não podem retirar seu diploma. A obrigatoriedade da prova demonstra uma lógica de avaliação que não é construtiva, pois não leva em conta as divergências em relação à ela e portanto não avalia de fato a diversidade dentro das universidades.
O ENADE compõe o SINAES, que seria a forma de avaliação das Universidades. Mas, na realidade, o centro da avaliação está no indivíduo, não na Instituição. Isto permite que sejam bem colocadas Universidades que não possuem estrutura física suficiente, que não possuem bibliotecas, etc., ou que não possuem um corpo docente de qualidade, bem pago, etc.
Outro aspecto dessa avaliação é que ela é igual para o Brasil inteiro, ou seja, ignora as diferenças culturais
e sociais dentro de nosso país continental.
A aplicação dessa prova coloca uma lógica de ranqueamento entre as Universidades, pois divulga as colocações de cada instituição, permitindo que haja uma disputa entre as faculdades por melhor colocação no mercado. Com isso, muitas priorizam a aprendizagem do conteúdo do ENADE em detrimento da apreensão do conteúdo da formação do curso. Assim, muitas universidades liberam os alunos das aulas
comuns para realizarem um cursinho preparatório para o ENADE. O que demonstra mais uma vez que o ENADE não avalia a realidade.
Muitas universidades também realizam festas e churrascos gratuitos para os alunos selecionados, bem como oferecem notas a mais, comprovando mais uma vez a incoerência dos resultados em relação à realidade cotidiana dos estudantes.
Tais atitudes provam que o ENADE interessa a alguém, que não aos estudantes e à sociedade; interessa aos que promovem essas festas, para obterem mais números para as suas propagandas.
Fica claro que o ENADE coloca uma lógica de ensino que desresponsabiliza o Estado. Isto se apresenta concretamente nas medidas tomadas em relação às universidades que obtém baixo conceito. No caso das públicas, ao invés do Estado se voltar mais para elas, que demonstraram maiores necessidades, ele firma um acordo que cria um compromisso de melhora da situação sob risco de corte de verbas, caso o acordo não seja cumprido. Isto é, o Estado aparece como vigilante e não como promotor do direito universal à educação.
Com tudo isso, com o ENADE interessando a alguns e prejudicando à maioria, houve muitos casos de repressão em relação as manifestações contrárias a esta prova. Este é o motivo que leva a muitas faculdades não terem realizado o boicote, mas também virem por meio desta expressarem seu desacordo. Em muitos centros, diretores e coordenadores passaram em sala reivindicando o ENADE e apresentando falácias quanto ao boicote. Outras não liberaram espaço para a realização de debates, não permitiram panfletagens e fizeram terrorismo psicológico sobre os estudantes que protagonizaram as manifestações. Apresentaram falsas e/ou duvidosas consequências do boicote. Tudo isso dificultou a construção deste ato político em muito locais. Mas, mesmo realizando a prova, muitos estudantes descordam globalmente de sua aplicação.
Portanto, estamos aqui para manifestar a nossa luta em defesa do Ensino público, de qualidade, gratuito e
para todos! Estamos aqui para apresentar a concepção de Universidade à serviço da sociedade! Estamos aqui para colocar que o ENADE vai de encontro a esses interesses e por isso o boicotamos!
Boicotamos o ENADE
Viemos nessa nota declarar à opinião pública que o resultado apresentado por essas Universidades não foi uma nota refente aos nossos erros e acertos na prova, mas sim devido a um posicionamento político.
Isto é, não realizamos o ENADE porque não concordamos com essa avaliação e não a legitimaremos, pois
realizá-la significaria negligenciar nossa formação, coadunar com um projeto de educação que não é o nosso.
Dessa forma, entendemos o ENADE como parte de um projeto global para a educação. É uma forma de aplicar as políticas neoliberais dentro dessa área social, colocando como centro a mercantilização do ensino e o ranqueamento dos centros educacionais. Está dentro da Reforma Universitária, a qual consiste em um conjunto de leis que aplicam este projeto neoliberal, que prioriza o ensino privado, permite a entrada da iniciativa privada nas universidades públicas, precariza o ensino, com projetos como o ensino a distância e/ou o aumento da relação aluno/professor, entre outros, todos formas de desresponsabilizar o Estado e na prática, retirar o direito constitucional do acesso à educação pública de qualidade.
O ENADE é uma prova obrigatória a todos os alunos que cursem o primeiro e último ano. Estes estudantes não podem deixar de comparecer à prova, caso contrário não podem retirar seu diploma. A obrigatoriedade da prova demonstra uma lógica de avaliação que não é construtiva, pois não leva em conta as divergências em relação à ela e portanto não avalia de fato a diversidade dentro das universidades.
O ENADE compõe o SINAES, que seria a forma de avaliação das Universidades. Mas, na realidade, o centro da avaliação está no indivíduo, não na Instituição. Isto permite que sejam bem colocadas Universidades que não possuem estrutura física suficiente, que não possuem bibliotecas, etc., ou que não possuem um corpo docente de qualidade, bem pago, etc.
Outro aspecto dessa avaliação é que ela é igual para o Brasil inteiro, ou seja, ignora as diferenças culturais
e sociais dentro de nosso país continental.
A aplicação dessa prova coloca uma lógica de ranqueamento entre as Universidades, pois divulga as colocações de cada instituição, permitindo que haja uma disputa entre as faculdades por melhor colocação no mercado. Com isso, muitas priorizam a aprendizagem do conteúdo do ENADE em detrimento da apreensão do conteúdo da formação do curso. Assim, muitas universidades liberam os alunos das aulas
comuns para realizarem um cursinho preparatório para o ENADE. O que demonstra mais uma vez que o ENADE não avalia a realidade.
Muitas universidades também realizam festas e churrascos gratuitos para os alunos selecionados, bem como oferecem notas a mais, comprovando mais uma vez a incoerência dos resultados em relação à realidade cotidiana dos estudantes.
Tais atitudes provam que o ENADE interessa a alguém, que não aos estudantes e à sociedade; interessa aos que promovem essas festas, para obterem mais números para as suas propagandas.
Fica claro que o ENADE coloca uma lógica de ensino que desresponsabiliza o Estado. Isto se apresenta concretamente nas medidas tomadas em relação às universidades que obtém baixo conceito. No caso das públicas, ao invés do Estado se voltar mais para elas, que demonstraram maiores necessidades, ele firma um acordo que cria um compromisso de melhora da situação sob risco de corte de verbas, caso o acordo não seja cumprido. Isto é, o Estado aparece como vigilante e não como promotor do direito universal à educação.
Com tudo isso, com o ENADE interessando a alguns e prejudicando à maioria, houve muitos casos de repressão em relação as manifestações contrárias a esta prova. Este é o motivo que leva a muitas faculdades não terem realizado o boicote, mas também virem por meio desta expressarem seu desacordo. Em muitos centros, diretores e coordenadores passaram em sala reivindicando o ENADE e apresentando falácias quanto ao boicote. Outras não liberaram espaço para a realização de debates, não permitiram panfletagens e fizeram terrorismo psicológico sobre os estudantes que protagonizaram as manifestações. Apresentaram falsas e/ou duvidosas consequências do boicote. Tudo isso dificultou a construção deste ato político em muito locais. Mas, mesmo realizando a prova, muitos estudantes descordam globalmente de sua aplicação.
Portanto, estamos aqui para manifestar a nossa luta em defesa do Ensino público, de qualidade, gratuito e
para todos! Estamos aqui para apresentar a concepção de Universidade à serviço da sociedade! Estamos aqui para colocar que o ENADE vai de encontro a esses interesses e por isso o boicotamos!
Vai cair, vai cair & Segurança em construções...
Você viu que o Anfiteatro da Central de Salas de Aula estava fechado?
Sabe por quê?
O forro caiu... o nosso Anfiteatro já não era lá muito limpo - tinha mofo na parede -, mas agora a estrutura não aguentou e o forro cedeu... Ainda que o prédio fosse velho, deveria ser tratado como tal e ter cuidado redobrado e vistoria responsável, mas foi construído em 2002...
Isso poderia ser encarado como um fato isolado, uma fatalidade, uma pena como talvez queiram que você pense... Mas se você não é bixo da Unesp Bauru, deve se lembrar que há menos de 1 ano isso já ocorreu por ali.
Para quem não viu, é só acessar www.fc.unesp.br/capsi/ chuva e ver o ocorrido.
Agora, nos questionamos: prédios tão novos como esses deveriam sofrer assim com chuvas comuns de verão? As chuvas foram atípicas (como desculpas já utilizadas anteriormente); todos achamos que não. Então por que isso acontece?
Se entrar em um período chuvoso devemos temer por nossa segurança? Ficar à mercê da sorte, esperando que o teto não caia em nossas cabeças?
Nos acontecimentos de novembro passado, o curso de Psicologia foi um grande prejudicado, afinal das 7 salas nas 80, 5 são da Psicologia (nas quais choveu dentro em 2 ocasiões), e aulas e provas tiveram que ser canceladas. O departamento de Psicologia teve salas de professores também alagadas, e nosso representante no órgão máximo de decisões da Faculdade de Ciências se calou. Para o bem do desenvolvimento e crescimento do campus esperamos que nosso atual representante se manifeste ativamente. São muitos os motivos:
- Por dia são 9 turmas de Psicologia em aula nas 80. Totalizando aproximadamente 315 alunos de Psicologia e 9 docentes;
- Ainda nas 80, existem 2 salas de aula utilizadas pelo Cursinhos preparatórios,
- A Central de Salas de Aula ainda conta com 1 laboratório, sede da WebTV, e muitas outras salas de aula com ocupação quase que total nos 3 períodos;
As construções no campus no último ano aumentaram muito - o campus cresce rapidamente em termos de área construída. Nesses últimos meses, o ex-diretor da FC e ex-presidente do GAC deixaram seus nomes em dezenas de placas de inauguração; entre elas, banheiro e copa de Departamentos e até mesmo prédios inacabados.
Então nos perguntamos: tal crescimento é realizado de forma responsável? Todas essas novas construções são realizadas com boa qualidade ou a forma de construir a central de salas de aula é o novo padrão?
Tais perguntas são de extrema importância. Estamos rente à construção dos tão desejados e labutados prédios da MORADIA ESTUDANTIL e do RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO - esses prédios serão a residência de 64 e refeitório de milhares todos os dias.
TAMBÉM ESTAREMOS BRINCANDO COM A SEGURANÇA DESTES?
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MORADIA liberada pelo DEPRN, será que agora vai!?
Segundo informe do Diretor do DTAd da AG, José Munhoz, o DEPRN, liberou a derrubada das árvores na região que vai ser construída a tão lutada MORADIA ESTUDANTIL. Ainda de acordo com José Munhoz agora os documentos foram enviados para Brasília, no MEC, para poder, então, iniciar as obras.
A passagem do recurso para Brasília é necessária pois a obra será de financiamento misto, a reitoria ficará responsável por 50% e o MEC com a outra metade.
Mas não devemos ainda comemorar, muitos são os motivos (veja fotos abaixo) para lutarmos ainda mais!!
Jornal Bom Dia Bauru. Quarta-feira, 3 de dezembro de 2008.
(Clique para ampliar as imagens)
A passagem do recurso para Brasília é necessária pois a obra será de financiamento misto, a reitoria ficará responsável por 50% e o MEC com a outra metade.
Mas não devemos ainda comemorar, muitos são os motivos (veja fotos abaixo) para lutarmos ainda mais!!
Jornal Bom Dia Bauru. Quarta-feira, 3 de dezembro de 2008.
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Carta do CACOFF. Sobre ENADE e PROIBIÇÃO.
Esse post foi originalmente publicado no blog do CACOFF: http://cacoffunesp.blogspot.com/2009/10/carta-do-cacoff-aos-estudantes-de.html.
Recomendamos a leitura com muita atenção...
O Centro Acadêmico de Comunicação Florestan Fernandes (CACOFF) como representante dos alunos de Jornalismo, Rádio e TV e de Relações Públicas da UNESP/Bauru repudia o ato da diretoria da FAAC de PROIBIR um debate democratico sobre o Exame Nacional de Desenvolvimento de Estudantes, o ENADE.
Está agendado para o dia 22/10 uma palestra para os alunos com o propósito de convencernos da importância do ENADE. No entanto, sendo o ENADE uma prova muito contestada, o CACOFF propôs um debate com um professor a favor do ENADE (no caso o próprio que irá ministrar a palestra) e um professor contrário à realização do exame.
O CACOFF entende que para uma explanação democrática deve ser realizado um debate que estimule a reflexão de cada individuo, garantindo um diálogo justo dentro da universidade ao invés de uma palestra unilateral e nitidamente parcial à realização da prova.
Nossa proposta foi NEGADA, com uma explicação é muito simples: o reitor acha que temos sim que fazer a prova e ponto.
Vale lembrar em mais esse momento que a democracia na universidade é contestada e boicotada, começando pela forma de escolha dos reitores, por exemplo. Enquanto os professores têm no total de seus votos o peso de 70%, os alunos possuem apenas 15%, afastando-nos das decisões do futuro da universidade e facilitando que os professores mandem e desmandem cada vez mais.
No caso do ENADE, uma assinatura unilateral de um reitor da UNESP, nos obriga a realizar a prova sob pena de não retirarmos o diploma se não comparecermos no dia de sua realização.
O CACOFF entende que esta não é uma avaliação válida, e buscamos o diálogo com os estudantes para juntos pensarmos e decidirmos qual postura tomar frente a esse modelo de julgamento de nossos cursos. Queremos sempre o diálogo democrático no qual ambas as partes (favoráveis e contrários) tenham poder de argumentação, como foi o grupo de discussão “GD ENADE”, realizado no dia 23/09.
Uma palestra onde um fala e outros ouvem, nesse caso específico, soa como uma espécie de lavagem cerebral e isso nos parece um tanto quanto pouco democrático. A proibição do debate agrava ainda mais essa situação, demonstrando que o pensamento dos estudantes pouco importa para os que estão governando a universidade.
Reintero que propomos um DEBATE, e ele foi NEGADO.
O CACOFF está articulando uma mesa-redonda com o ponto de vista contrário ao da palestra para que aí sim, os alunos em assembléia possam decidir com clareza e coletivamente que postura tomar diante a prova.
Para finalizar 3 perguntas:
O que é universidade? Quem é a universidade? E que universidade queremos?
Você faria uma prova de um professor que nunca foi dar aula?
Imagine um professor que nunca deu uma única aula. Nunca indicou uma leitura, não propôs nenhum debate em sala, e nem sequer mandou um e-mail. Imagine então, que esse mesmo professor marque uma prova com TODO o conteúdo da unidade e escolhesse apenas algumas pessoas pra fazê-la. Você faria essa prova?
O ENADE (Exame Nacional de Avaliação doDesempenho Estudantil) é parte do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior), um sistema de avaliação vertical, imposto pelo Ministério da Educaçãosem refletir as diferenças e especificidades dos diferentes cursos superiores do país. Todos os ingressantes e concluintes são obrigados a fazer o exame, e em nenhum momento existe uma preocupacação do Ministério da Educação ou da UNESP em explicar o que está por trás desse exame.
Comente, Opine!
(texto retirado de panfleto na parede da PUC-SP, com exceção do escrito UNESP que no texto original vocês imaginam o que era...)
VOCÊ VAI FAZER ENADE?
VOCÊ SABE O QUE É ENADE?
O ENADE (Exame Nacional de Avaliação doDesempenho Estudantil) é parte do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior), um sistema de avaliação vertical, imposto pelo Ministério da Educaçãosem refletir as diferenças e especificidades dos diferentes cursos superiores do país. Todos os ingressantes e concluintes são obrigados a fazer o exame, e em nenhum momento existe uma preocupacação do Ministério da Educação ou da UNESP em explicar o que está por trás desse exame.
Comente, Opine!
(texto retirado de panfleto na parede da PUC-SP, com exceção do escrito UNESP que no texto original vocês imaginam o que era...)
Conselho de Termo
Olá Psicos!
Quarta-feira tem Conselho de Termo. Tem muita gente se perguntando o que é isso, porque tem isso e como vai ser isso. Também tem muita gente, erroneamente, pensando que é "aula vaga" e por isso nem vai aparecer na faculdade.
Queremos convidar todos alunos para participarem efetivamente desta reunião! A realização dos conselhos de termo são essenciais para a preservação da qualidade e do debate democrático e qualificado do curso.
Na tentativa de esclarecer essas dúvidas elaboramos esse pequeno texto abaixo, esperamos que com ele possamos ajudar e nos colocamos a disposição para quaisquer necessidades!
Bauru, 29 de setembro de 2009.
Olá Estudantes,
Nesta quarta feira, dia 30/09/2009, acontecerá uma reunião entre os
alunos e os professores chamada Conselho de Termo como vocês já devem ter sido
informados. Esta reunião deveria ser mensal, mas devido muitos fatores não
acontece há algum tempo. Apesar disso vamos ao que interessa:
O que é esse Conselho de
Termo?
Para um bom andamento de um curso é necessário debate e construção de
idéias, para isso existem momentos específicos para isso, Conselho
Departamental, Conselho de Curso, Conselho Deliberativo do CPA e Conselho de
Termo.
O Conselho de termo é a reunião onde opiniões, sugestões, críticas e
elogios dos alunos, podem ser ouvidas em caráter oficial, para que em conjunto
ao professor representante de termo, eventuais soluções ou encaminhamentos
fossem realizados.
Normalmente estas reuniões eram feitas entre um aluno eleito
representante de seu termo, e um professor, também eleito representante do
mesmo termo, uma quarta feira por mês, onde o representante discente agruparia
as opiniões de seus alunos representados, e o representante docente traria
quaisquer reclamações e opiniões dos professores que se referissem ao mesmo
termo, ambos discutiriam, levariam de volta à seus respectivos representados os
resultados da reunião e, através disso, soluções e acordos seriam formados.
A reunião que acontecerá neste dia 30/09/2009 será um pouco diferente
desta descrita, pois envolverá todos os alunos junto ao representante docente,
e assim, todos os alunos terão direito a fala, e a expressar suas opiniões.
Esta reunião será dentro das salas de aula, no período da tarde para os cursos
integrais e no período noturno para os cursos do período noturno.
Por que é importante que
haja um representante de termo entre os alunos?
Ainda que a reunião de termo agora seja entre todos os alunos e o
representante docente, é muito importante que dentre os alunos de um
determinado termo sejam escolhidos um representante de termo e seu suplente.
O representante de termo é aquele que vai levar as opiniões dos
alunos, funcionando como porta-voz de sua sala, carregando as demandas dos
alunos para quaisquer instâncias dentro da faculdade, seja o departamento,
conselhos, CAPSI, buscando assim soluções para os mais diversos problemas que
possam acometer os alunos.
É importante ressaltar que o representante de termo não tem
como dever ficar encarregado de qualquer demanda dos professores, como tirar
xerox, distribuir trabalhos, se responsabilizar por livros e textos emprestados
a sala por professores. Essa é uma gentileza que qualquer aluno pode realizar
por espontânea vontade. Ressaltamos que a posição de representante de termo é
acima de tudo uma posição política de mediação entre a sala e as instâncias de
debate e decisão da universidade
Afinal, qual a importância
desse conselho para o Aluno?
A importância desta reunião é indiscutível para uma boa formação e um
bom convívio acadêmico dos alunos. É neste momento que cada um poderá expressar
suas opiniões e assim buscar melhorias para seu curso, permitindo um acordo e
uma cooperação entre alunos e professores. Só através de reuniões como esta o
aluno pode ter voz e assim não ser preso a uma posição submissa em relação aos
docentes, permitindo assim uma paridade de opiniões na busca por uma melhor
universidade e a expressão da vontade daqueles que estão em plena formação, e
também os mais afetados por quaisquer problemas dentro do curso.
Portanto, participem do conselho, expressem opiniões, idéias,
reclamem, elogiem, resumindo: FALEM! Busquem acordos entre a sala e os
professores sem medo pois é este o exato momento onde cada um de vocês tem o
poder de voz e opiniões, não percam esta oportunidade e lutem para que ela não
seja única, mas mensal.
Reforçamos
que se, ainda assim, quando necessário um acordo e este não for possível,
busquem o CAPSI, que como representante de todos os alunos do curso de
Psicologia, nos envolveremos e buscaremos todos os meios necessários para algo
seja feito quanto a sua demanda.
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ENADE. Vote em nossa enquete!
Publicamos agora uma carta escrita por um coletivo de estudantes de Psicologia no Encontro Nacional de Estudantes de Psicologia em Belo Horizonte em 2009.
Agora aproveite e vote em nossa enquete!
Site e Blog da Biblioteca
Olá!
Você já acessou o site da Biblioteca para algo além de renovação de livros!?
Creio que muitos não, mas o site da biblioteca tem muita coisa interessante e válida, servindo muito bem como uma base de estudos.
E fica aqui também um desabafo, Biblioteca lute pelos seus direitos e verbas, que a ajudaremos. Mas diminuam o valor de multa, ou diversifiquem a forma de pagamento, é doído pagá-las.
Você já acessou o site da Biblioteca para algo além de renovação de livros!?
Creio que muitos não, mas o site da biblioteca tem muita coisa interessante e válida, servindo muito bem como uma base de estudos.
- Coisas interessantes por lá: Links para diversas bibliotecas digitais de teses e dissertações;
- Links para diversas bases de dados para pesquisa, como por exemplo: Capes, Scielo, Google Scholar, Portal da Pesquisa;
- Um divertido blog com muitas informações sobre livros, leitura, pesquisas, etc;
E fica aqui também um desabafo, Biblioteca lute pelos seus direitos e verbas, que a ajudaremos. Mas diminuam o valor de multa, ou diversifiquem a forma de pagamento, é doído pagá-las.
Nova diretoria da FC, FEB, GAC. Inaugurações de prédios inacabados e outros...
Hoje foi um dia de festa no campus. Motivos pra isso? É melhor que cada um responda por si próprio.
Para saber do que se tratava, recomendo a leitura do Noticiências.
Na prévia da cerimônia, representantes dos Departamentos de Física, Psicologia, seções da Graduação da FC se uniram ao Reitor, Diretor (atual por pouco tempo e futuro por pouco tempo) para inaugurar os Laboratórios Didáticos de Psicologia e Física que por acaso estão em construção, em estágio avançado, ok, mas não prontos para inaugurar.
Então porque inaugurar? Talvez o, até então, diretor Henrique quisesse seu nome em mais uma placa, em mais alguma foto. Talvez assim como os professores tem tabelinha de pontos sobre dar aula, pesquisar e fazer extensão, talvez cargos de direção tenham campeonato também. Vai saber? Se o produtivismo e mentalidade empresarial contaminaram a docência, talvez contaminar esses setores seja bem mais fácil. Não sei, todas essas idéias são suposições de, talvez, um discente paranóico depois de 6 anos de movimento estudantil.
Ok, acho que me alonguei na história...
Após a inauguração o cerimonial teve início. Estavam presentes além dos diretores, o Reitor Herman e Prefeito Rodrigo Agostinho.
Na FEB, o Professor Jair Manfrinato (mais conhecido dos Psicos como professor de estatística) assumiu a diretoria, já Prof Olavo e Profa Dagmar assumiram a FC, enquanto o diretor da FAAC, Roberto Deganutti assumiu a presidência do campus (GAC) com vice-presidência do novo diretor da FEB.
Resumindo, novos diretores, novas pessoas para enviarmos nossas reivindicações.
Mas ressalto aqui o que ouvi do Prof Deganutti ao assumir a presidência do campus, que as prioridades eram entre outras, moradia, restaurante universitário, nova central de salas de aula.
Saudamos os diretores cessantes e recebemos com bons olhos os novos, mas que trabalhem e desenvolvam o campus com qualidade e com ciência da coisa pública, sem entregar nossos professores, alunos e dependências para a iniciativa privada. Bem-vindos.
ENADE
Grupo de discussão sobre ENADE.
Quarta-feira. dia 23 de setembro. 17h30. Sala 71
Compareça, debata, divulgue!
Quarta-feira. dia 23 de setembro. 17h30. Sala 71
Compareça, debata, divulgue!
GD's de Quarta - ENADE em debate
Quarta-feira, dia 23, na sala 54, Grupo de Discussão sobre o ENADE!
Em 2009 os cursos de Comunicação Social e Psicologia da Unesp Bauru são obrigados a realizar tal prova, existem pessoas favoráveis, contrárias e muitas que não fazem idéia do que isso significa!
Portanto o CACOFF e CAPSI, Centros Acadêmicos envolvidos diretamente com o ENADE convidam todos para debater sobre essa avaliação.
O CAPSI Mimesis vem com uma proposta de boicote ao ENADE, mas o GD é o espaço para que todos possam debater abertamente todas opiniões!
Compareçam, divulguem!
Em 2009 os cursos de Comunicação Social e Psicologia da Unesp Bauru são obrigados a realizar tal prova, existem pessoas favoráveis, contrárias e muitas que não fazem idéia do que isso significa!
Portanto o CACOFF e CAPSI, Centros Acadêmicos envolvidos diretamente com o ENADE convidam todos para debater sobre essa avaliação.
O CAPSI Mimesis vem com uma proposta de boicote ao ENADE, mas o GD é o espaço para que todos possam debater abertamente todas opiniões!
Compareçam, divulguem!
Mudanças na Saúde Pública de SP. Ataques ao SUS?
Algumas nóticias movimentaram os bastidores da sáude pública no estado. A ALESP (Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo) aprovou um projeto de lei que permite que todos os hospitais estaduais sejam terceirizados e, apesar de públicos, atendam a pacientes particulares e de planos de saúde, mediante cobrança.
No entanto, o Ministério Público do Estado afirmou que, assim que a norma entrar em vigor, ajuizará ações contra a sua execução. Na visão do Ministério Público, a futura lei fere os princípios de igualdade e universalidade do SUS (Sistema Único de Saúde), pois criará um tratamento diferenciado para os pagantes.
Para que se torne lei, o texto aprovado pelos deputados precisa ser sancionado pelo governador José Serra (PSDB). A aprovação é dada como certa, já que o projeto original foi apresentado pelo governador.
Para ler a reportagem completa, CLIQUE AQUI.
Outra notícia que chegou foi da negociação de autarquização do HU da Unicamp.
Colocamos abaixo um pedaço da carta de manifesto assinada pelo DCE Unicamp, C.A.'s de Enfermagem, Fonoaudilogia e Medicina da Unicamp.
(para ler na íntegra, com moções de apoio já recebidas, CLIQUE AQUI.
http://www.unicamp.br/unicamp/en/divulgacao/2009/08/06/autarquia-em-debate-na-area-da-saude
http://www.stu.org.br/?q=node/318
http://www.redeclipex.com.br/painel/p_exibenoticia.php?idpainel=1690&idnoticia=000000014856
No entanto, o Ministério Público do Estado afirmou que, assim que a norma entrar em vigor, ajuizará ações contra a sua execução. Na visão do Ministério Público, a futura lei fere os princípios de igualdade e universalidade do SUS (Sistema Único de Saúde), pois criará um tratamento diferenciado para os pagantes.
Para que se torne lei, o texto aprovado pelos deputados precisa ser sancionado pelo governador José Serra (PSDB). A aprovação é dada como certa, já que o projeto original foi apresentado pelo governador.
Para ler a reportagem completa, CLIQUE AQUI.
Outra notícia que chegou foi da negociação de autarquização do HU da Unicamp.
Colocamos abaixo um pedaço da carta de manifesto assinada pelo DCE Unicamp, C.A.'s de Enfermagem, Fonoaudilogia e Medicina da Unicamp.
(para ler na íntegra, com moções de apoio já recebidas, CLIQUE AQUI.
Por isso, somos:
Para mais reportagens sobre o assunto, leia:· Contra a Autarquização dos HC da Unicamp (desvinculação com a universidade) ;· Contra as Organizações Sociais e as Fundações Estatais de Direito Privado;· Pelo fim da dupla porta nos HUs e por 100% de leitos SUS;· Pela desvinculação dos recursos dos HUs da receita das universidades;· Pelo fim da Desvinculação das Receitas da União (DRU);· Pela regulamentação da Emenda Constitucional 29 (EC29);· Por aumento do financiamento público o para a saúde pública e para os HUs.
http://www.unicamp.br/unicamp/en/divulgacao/2009/08/06/autarquia-em-debate-na-area-da-saude
http://www.stu.org.br/?q=node/318
http://www.redeclipex.com.br/painel/p_exibenoticia.php?idpainel=1690&idnoticia=000000014856
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